Salve salve um dos pioneiros da 'mídia alternativa', Gregório de Matos - o "Boca do Inferno".
segunda-feira, 3 de setembro de 2007
O alternativo, a parte e o todo
Salve salve um dos pioneiros da 'mídia alternativa', Gregório de Matos - o "Boca do Inferno".
domingo, 2 de setembro de 2007
O preço da sociedade
Social pra quem? Isto sim todos deviam se perguntar. Segurança? Onde existe isso? As famílias de bem terão que pagar a conta das inúmeras vidas perdidas por falta de comando de todas as esferas de poder neste país. Ou simplesmente o poder das drogas impera por aqui?
Como dizia a música... Até quando esperar? Até se acostumar... O simples baseado defendido por alguns hipócritas levou a vida de uma menina de 18 anos. Quem agora vai dizer a família Caron que um simples baseado não faz mal a mingúem...
Quatro jovens apresentados... Uma vida perdida... Muita diversão... Muito choro... Esperança? Em quê?
Vivemos dias de uma guerra civil anunciada. A população necessita de repostas práticas. De soluções a serem vista a olho nu. Não podemos mais agüentar a sensação de saber de que um filho sai com amigos para sua diversão, e pode simplesmente não voltar.
Alguns adolescentes delinqüentes deste país acham tudo uma zona. Onde se pode fazer o que quiser e a punição será alguns dias em algum reformatório pago por nós mesmos. Onde eles se rebelam e queimam colchões, onde fazem reféns aqueles que ainda cuidam de suas vidas.
Pais, mães e a sociedade em geral precisam dar um basta nesta situação. Ficar em casa esperando a pior notícia não mudará esta visão que temos pela tela de nossas televisões. O perigo está ali fora...
Esperamos que os políticos deste país começassem a tomar as providências que devem ser tomadas para que esta guerra não estoure em suas cabeças. Porque a sociedade está cansada de pagar a conta... e pra ressaltar sua importância lembrem que eleições vem ai....
Vocês, políticos, podem ver a hora de pagar a conta... e com juros e correção monetária , como dizia alguém por ai.
Com a vida por fio, ou melhor, uma mordida
Depois...
Olha o que eu vi hoje na frente do Centro Cívico, e era dia claro de domingo 02/09/2007, Pasmei!!!
Com índios...
Sábado conheci e fiquei amiga de uma indiazinha de 15 anos, na Ilha da Cotinga, Comunidade dos Indios Guaranis. Ela é tradutora das mulheres e crianças da tribo, fala duas linguas: A lingua materna que é a Guarani, e lingua Portuguesa.
Histórias de “bonde”
huahuahuahuahuahua
E o negócio lá da firma deu certo? Puxa, que bom, mas não esquenta a cabeça que com aquelas paradas é susse... hahahahaha
Quinta-feira, 22h15, saída antecipada da faculdade, o ônibus não estava tão lotado. Uma voz feminina narrava a conversa acima, que dava para ser ouvida de qualquer lugar no ônibus. Uns três quilômetros de percurso e a conversa continuava:
- Não, não sei o que vou fazer ainda não, mas a gente vai se falando...
huahuahuahuahuahua
E com tantas gargalhadas e conversas chamando a atenção, talvez não pudesse deixar de acontecer. Um rapaz que estava logo atrás começou a imitá-la com as gargalhadas. Depois participou da conversa como se fosse com ele que ela estava falando. Pronto! O espetáculo estava montado. Todos no ônibus começaram a olhar para os dois. Por alguns momentos o rapaz se conteve de vergonha, mas a moça que estava falando no celular era como se nem tivesse percebido que estavam tirando sarro dela.
No destino final, cerca de cinco quilômetros de percurso, onde todos os passageiros devem desembarcar, houve algum temor:
- O rapaz, se a mulher vier tirar satisfação era você que tava zuando. Livra o meu!
E a conversa no celular continuou, talvez em um tom mais baixo, ou simplesmente foi confundida com a algazarra dos transeuntes do terminal. Todos se dispersaram, pois cada um foi para seu ponto de ônibus. A moça faladeira que não se importa em chamar a atenção e nem com as sátiras dos outros foi esquecida em meio a correria para não perder a hora. Talvez alguém se lembre do que ela fez algum dia, ou quem sabe, mesmo sendo tão chamativa, já tenha caído no esquecimento...
O guardador de carros
Qual é o público do sr.?
Olha mais gente de fora. Turista.
E como são os curitibanos?
Rapaz, a maioria é mão fechada. Mas tem uns que ajudam.
E o sr. cobra adiantado pelo serviço?
Não, não dá porque tem gente que paga 1 real, 2 reais, até 5 reais pagam. Então deixo por conta deles mesmo.
E muita gente vai embora correndo sem pagar?
Ih, bastante.
O que você faz nessa situação?
Não dá pra fazer nada. Não tenho como sair correndo atrás, mas dá vontade.
O porteiro do Jardim Botânico
Então sr, como é trabalhar aqui?
Gosto muito daqui, é tranqüilo.
E como é o pessoal? Os chatos fazem o quê?
A maior parte do pessoal não dá problemas. Vem, olha, anda e pronto. Mas tem gente que não entende que aqui é um Jardim Botânico. Não é um parque. Então o que acontece, é gente querendo entrar de bicicleta, com os cachorros, jogar bola. Daí a gente explica, sabe?
Tá. E já aconteceu algo interessante?
Vixe e como. Duas semanas atrás mesmo briguei com um cara aí.
Ah é, e por quê?
Ah, tem uns caras que ficam debaixo da ponte ali olhando as calcinhas das mulheres (aponta para a ponte sobre o lago artificial) quando tá quente. Eu passei por ali e o cara me perguntou o que eu estava encarando. Eu disse que nada. Depois ele saiu e ficou do outro lado da rua me xigando de corno, fedaputa. Daí eu sai, e fui lá. Se atracamos bem ali (mostra o canteiro no meio da rua).
E aí, ganhou a luta?
Dei umas porradas, como também levei.
Poty Lazzarotto
Quem nunca andou por Curitiba e já não viu os painéis criados por Poty Lazzarotto? Poty, nascido em Curitiba a 29 de março de 1924 foi, sem dúvida, o maior artista plástico paranaense do século 20. Era um mestre em todos os sentidos. O patrimônio histórico deixado por ele deve ser preservado por todos os cidadãos. Sua genialidade deve ser estudada por qualquer um que queira seguir nessa linda profissão. Obrigado Poty.Bosque de Portugal
É numa ponte que reúno o pessoal para conversar. Não preciso ir longe para estar com a natureza.
Por fim, não deixem poluir o parque do seu bairro, valorize-o. Dê vida a ele.
sábado, 1 de setembro de 2007
O cheirinho do verde em nossas narinas...
Caminhar pelos parques de Curitiba é padecer no paraíso. Você se impressiona com a limpeza e o verde exuberante. As crianças sempre sorrindo, saltitantes e serelepes com seus algodões doces e saquinhos de pipoca. Os patos do parque do Bacacheri e os jacarés do Barigüi completam estas lindas paisagens. Porém, ao anoitecer, coisas estranhas começam a acontecer. Aquelas brasinhas numa roda de 3, 4 , 5 pessoas aumentam e diminuem o tempo todo. O que será? Um vaga-lume? Não. Vaga-lume é verde. Para descobrir, basta se aproximar da roda. Um cheiro de bosta de vaca queimada logo irá penetrar em suas narinas. Mas o que você pode fazer? A própria polícia faz vista grossa. A maioria dos fumantes da "erva natural" são menores de idade. Prender não adianta. O negócio é deixar rolar e ver o que acontece.Foto tirada no Parque Tanguá.
As coisas simples
Nessa comunicação externa distribuiria o informativo institucional e conversaria com as pessoas sobre como tinham sido informadas sobre o bazar de importados da Afece (Associação Franciscana de Educação ao Cidadão Especial). Porém, além de executar a atividade de comunicador, trabalhei de tira dúvidas e vendedor. O interessante de realizar essas funções é poder observar as diferentes reações das pessoas. Na divulgação as pessoas se sentem em situações invasivas e acabam, poderíamos dizer, fugindo. Na área de vendas querem, logicamente, alguém que os atenda rápido para irem logo embora da “muvuca” que estava esse dia, na sede administrativa da entidade no Tarumã. Estranham se o vendedor fala demais e não gostam se falam pouco. Resumindo dois setores que enfrentam dificuldades para agradar a todos.
Opa, mas a atividade de tira dúvidas é uma beleza (risos), se você conhece a instituição e sabe passar as informações, os agradecimentos são diversos: - “Pô valeu mesmo brother” ou “Muito obrigada, você é muito querido”.
É, às vezes funções simples, são as mais valorizadas e recompensadas.
Valorize-as.
Na realidade isso é um aspecto lógico, mas é um bom registro.
Diego Binder
sexta-feira, 31 de agosto de 2007
Fumódromo em Curitiba
O lugar parece uma praça, possui os banquinhos, pintados de branco, para dar um ar “clean” e até plaquinha para os que não sabem onde estão.
Curitiba inova e sai mais uma vez na frente das outras capitais. Será que vão começar aprovar projetos para o povo em mais uma jogada inédita no país?
A TV é uma bunda ou uma bunda é como a TV?
Faces coloridas da cidade cinza?
Literatura Paranaense e o Catatau de Paulo Leminski
O texto está saindo assim, saído, porque fiquei sabendo que era para torná-lo alternativo, dando-lhe adornos mais arejados.
Voltando à identidade cultural de Curitiba, apenas dois autores daqui figuram em pé de igualdade com o que há de melhor no País: Dalton Trevisan e Cristovão Tezza.
Conheço o Cristovão e tudo, não pessoalmente a ponto de ele saber meu nome, mas porque vi duas palestras dele. Coloco-o na reduzidíssima lista, pois, a mídia vem falando bem de seu último livro, no qual traz à tona a angústia de pai de um deficiente físico. O que já li dele, porém, não me entusiasmou tanto, 'O Trapo', com o perdão do trocadilho, é feito dos mesmos farrapos que o título sugere.
Dalton Trevisan, por outro lado, é inquestionavelmente o grande autor da cidade. Narra o que poucos vêem, ou o que todos vêem e não narram. Como era o Rio de Janeiro de João Antônio, dos pobres desdentados, dos sujos, bêbados, tarados, assassinos, e dos cruéis. Quem não se lembra da história da reportagem que o Valdir fez sobre ele? Trevisan deve ter sido um dos poucos escritores locais a ter os textos traduzidos em outras línguas. E por que será isso?
Pode ser por não usar o rapapé que tanto critica, empregado pelos '10 mil imortais da Academia Paranaense de Letras', diria ele.
Mas para explicar o sucesso de Dalton é preciso recorrer à frase batida do escritor russo Liev Tolstói "Canta sua vila e será universal", e assim ele é.
Gostaria de deixar pano para as mangas. Quem sabe alguém pode me refutar. Aliás, conheço mais gente que não gosta da literatura do sr. Trevisan do que o contrário.
Encerrando, lá vai um excerto do livro Catatau de Paulo Leminiski, um curitibano tranqüilo, que computou entre suas amizidades Caetano Veloso, Alceu Valença, Haroldo Campos, Pedro Xisto, entre outros. O livro é um extensíssimo paragráfo único de 269 páginas. No léxico do autor está o latim, holandês antigo e várias outras línguas. É para não dizerem que não tivemos (paranaenses) um Guimarães Rosa, né? Transcrevo à guisa do livro.
"O Triunfo dos Trouxas. A Quarta Fachada. A Jurisdição dos Brutamontes. A Ferrosimilhança dos Destalhes. O Percurso das Calamitates. Impulso para a queda. O engraçado mora longe. Atalhou a modo de exemplo: adonde?"
O Bandido que Sabia Latim

quinta-feira, 30 de agosto de 2007
A Praça dos Ratos

Enquanto de dia os pombos fazem aquela sujeira e transmitem doenças pelas ruas e praças da cidade, à noite quem os substitui são os ratos. Acredito que essa invasão de roedores deva existir em várias regiões do Centro de Curitiba, mas chamo atenção para a Praça Carlos Gomes.
Lugar esse que eu passo diariamente para ir trabalhar (de madrugada) e me deparo com “Mickeys”, “Minies” e “Jerrys” passeando tranquilamente entre as palmeiras e arvores da praça. Carregando restos de lixo ou de comida eles parecem tão à vontade que não ligam para a presença de pessoas que passam ou estão nos pontos de ônibus.
Mesmo com as limpezas realizadas pelos Garis, que recolhem os lixos, e a lavagem que é feita nas calçadas, os ratinhos e as ratazanas (umas bem grandes por sinal) sempre estão pelo local tornando-o muito desagradável. Alguma atitude deve ser tomada pela prefeitura, quem sabe um exército de gatos não acabaria com os roedores da Praça “Ratos Gomes”?
A Poucos Metros

terça-feira, 28 de agosto de 2007
Quente ou Frio?
A capital social esta uma loucura!
Um dia vemos mulheres com decotes caminhando pelas calçadas,homens com bernudas e uns até sem camisas e no dia seguinte os mesmos homens e as mesmas mulheres..aquelas de decotes com cachecol, sabe?e aqueles homens de bermuda agora estão todos encasacados!
Questionei São Pedro!! São Pedro da pra decidir como o tempo vai ficar??...
Mas a loucura não é de um dia para o outro pode ser no mesmo dia....Podem estar de cachecol até perto das onze horas da manhã, após esse horário pronto!!Já podem colocar os decotes a mostra.
Curitiba a cidade de muitas estações em um dia só, já virou ditado por ai esta frase!
Regras para se viver com o clima da capital ecológica: Primeiro saia bem agasalhado pela manhã, dois por baixo esteja com uma blusa fresquinha para quando esquentar perto da hora do almoço, três é sempre bom ter uma sombrinha na bolsa ou um guarda chuva nunca se sabe se poderá chover(que aliás estamos precisando dela por aqui) e quarto e último se prepare para novamente o frio da noite que ele vêm com tudo!
Hoje o invernooo chegou com tudo depois de um final de semana de calor e sol, acho que Sâo pedro contribui este final de semana para que o Boteco Bohemia fosse um sucesso, acho que ele é compadre da Paula Lima , aquela que tem o guarda chuva!Humm suspeito em São Pedro?
Em fim Curitiba de Domingo CALOR e Segunda- feirda de FRIO!
Cultive todas as peças do seu guarda roupa!