terça-feira, 30 de outubro de 2007

URBENAUTA

Pessoal estou aqui para corrigir o que escrevi...!

é URBENAUTA....

beijos

segunda-feira, 29 de outubro de 2007

Um pouco do Ubernauta

Escolaridade Superior:*1989/1992 = Bacharel em Comunicação Social pela UFPR, habilitação em Jornalismo e Publicidade e Propaganda.*1995 = Bacharel em Direito pela Faculdade de Direito de Curitiba.Atividades Acadêmicas:* Orador da turma de 1987 do Colégio Marista Santa Maria;* Autor do Hino dos Estudantes de Comunicação Social;* Orador da turma de 1992 do Curso de Comunicação Social da UFPR;* Co-autor do Hino do Diretório Acadêmico Clotário Portugal.* Presidente do Diretório Acadêmico Clotário Portugal da Faculdade de Direito de Curitiba.Atividades Profissionais:* 1990/91 = Editor e criador do "House Organ" Ramal da Nutron Equipamentos e Componentes Eletrônicos;* 1991 (manhã) = Componente da Equipe de jornalismo do Programa Comando Geral na Rádio Porto Alegre;* 1991 (tarde) = Assistente de Produção, repórter e redator na TV Paraná Canal 6;* 1991 (free-lancer) = Assessor de Comunicação do Sindicato dos Técnicos Industriais;* 1992 = Redator Publicitário na Agência JJ Comunicação;* 1993 = Diretor de Patrimônio Cultural da Fundação Cultural de Curitiba, membro da Comissão dos 300 Anos, responsável pela organização do Tricentenário de Curitiba;* 1994 = Assessor de Comunicação no gabinete do então Prefeito Rafael Greca de Macedo;* 1994/96 = Professor de Redação Jornalística nas Faculdades Integradas da Sociedade Educacional Tuiuti;* 1999/2005 = Editor responsável na Editora Univer Cidade.Livros e Livretos Publicados:* Curitiba Cidade da Luz - Álbum comemorativo aos 300 anos de Curitiba. CDD 981.621 - 1993, Editado pela Prefeitura Municipal de Curitiba;* Coleção Bairros de Curitiba = 29 volumes editados até o momento:1. Rebouças - O Bairro da Harmonia;2. Cabral e Juvevê - A Casa do Urbanismo Curitibano; Em comemoração aos 30 anos do IPPUC;3. Prado Velho - O Campus da Universalidade; Em comemoração aos 37 anos da PUC;4. Centro - Aqui nasceu Kur'yt'yba;5. Alto da Glória - Dos Barões aos Atletibas;6. Jardim Botânico - Só pra não dizer que eu também não falei das flores;7. Cristo Rei - A viagem da Nau do Tempo;8. Mercês - Curitiba em 360°;9. Batel - Das Charretes aos Topetes;10. Santa Felicidade e região - Siamo Tutto Buona Gente;11. Bigorrilho - Seu Apelido é Champagnat;12. Água Verde - O Bairro da Esperança;13. Centro Cívico - Um Bairro e Três Poderes;14. São Francisco - Uma História de Monumentos;15. Alto da XV, Hugo Lange e Jardim Social - Unidos pela Itupava, Abençoados pela Nossa Senhora da Luz;16. Bairro Alto e Atuba - Sementes de Curitiba;17. Ahú e São Lourenço - Da Fonte à Providência;18. Portão, Novo Mundo e Fazendinha - Pode entrar;19. Bacacheri e Tingüi - Vamos voar;20. Pilarzinho, Bom Retiro e Vista Alegre - Das varandas às Tevês;21. Boa Vista - Viagens, Paisagens e Miragens;22. Boqueirão, Alto Boqueirão e Vila Hauer - Gigantes pela própria natureza;23. Pinheirinho e Capão Raso - Dá-lhe Tchê;24. Orleans, São Miguel, Augusta e Rivieira - A Polônia Curitibana;25. Umbará, Tatuquara, Ganchinho, Campo de Santana e Caximba - Do barro ao mar;26. Uberaba, Guabirotuba e Jardim das Américas - O presente do passado;27. Cidade Industrial de Curitiba - Trabalho e Lazer;28. Santa Cândida - Cabeças, Cruzes e Corações;29. Seminário - A reza das Ruas.* Almanaque Kur'yt'yba - Editora Univer Cidade.* Manual Curitiba - Editora Univer Cidade.* Coleção Cidades - Litoral do Paraná - Editora Univer Cidade.* O Ubernauta - Manual de Sobrevivência na Selva Urbana - Editora Univer Cidade.* São Paulo - Uma Aventura Radical - Editora Univer Cidade.Livretos:* 1993 = Linha Pinhão (encomendado pela Prefeitura Municipal de Curitiba);* 1994 = Linha Turismo (encomendado pela Prefeitura Municipal de Curitiba).Textos Científicos:* "Aristóteles, Freud e a Qualidade Total" - pág. 26 - Revista Tuiuti Ciência e Cultura - Vol.2 - Nº 2 - Setembro/94;Prêmios e Concursos:*1988 = Menção Honrosa no 1º Concurso de Contos da Delphos;* 1989 = 2º e 3º Lugar no Prêmio Bamerindus Universitário de Propaganda.* 1991 = 2º Lugar no Concurso Interno da Nutron - Componentes e Equipamentos Eletrônicos: sobre o tema "Como aumentar a produtividade de uma empresa ?" - Concurso ABI - Associação Brasileira de Indústria;* 1992 = 1º Lugar na escolha de um redator para a agência Parceria de Comunicação;* 1993 = Um dos dois paranaenses escolhidos pela Editora Abril para o 10º Concurso Abril de Jornalismo em Revistas;* 1993 = Premiado no VIII Prêmio de Marketing Político da Revista Marketing com o "case" - Campanha para prefeito de Curitiba;* 1997 = Voto de Louvor concedido pela Câmara Municipal de Curitiba, devido ao trabalho de pesquisa realizado na Cidade.* Viagem de 100 dias dentro de Curitiba, Documentário = Uma Aventura na Cidade;* Em 2002 iniciou a 1ª fase da Expedição Paraná;* Dá consultoria para várias empresas da cidade e palestras para várias Escolas de Curitiba;* Em breve lançará o projeto "Viagem ao Centro de Curitiba", para valorizar o Centro da Capital.
Para um cara que não tinha o que fazer na opinião de muitas pessoas, até que ele conquistou muitas coisas.
Abraços!!!

O Ubernauta e seus feitos

O Ubernauta, todos o conhecem como um homem que resolveu sair por ai e redescobrir Curitiba, a capital paranaense, que também já foi a Cidade Sorriso...hehehe, Capital Ecológica, Cidade das Flores e por ai vai.
Mas saber que um homem como o Ubernauta já ganhou alguns prêmios importantes, lançou vários livros e já concluiu faculdade é para poucas pessoas. Em uma conversa com um conhecido eu perguntei a ele se ele já tinha ouvido falar no Ubernauta e ele me respondeu de forma simples e ligeira:
- Esse cara é aquele loco que resolveu sair pela cidade escrevendo e divulgando cada canto de Curitiba né.
Respondi a ele que sim, mas que o cara que ele chamara de louco, era formado e já havia escrito alguns livros. Foi ai que um outro amigo nosso respondeu:
-Isso é coisa de vagabundo, de um cara que não tem o que fazer mesmo.
Na próxima postagem colocarei uma pequena lista do que o Ubernauta já fez e conquistou.
Abraços!!!

GENTE... SE ESCREVE "URBENAUTA"

O nome urbenauta vem da junção dos radicais latinos urbe = cidade/ nauta = aquele que viaja. O Urbenauta é um aventureiro urbano, um desbravador de selvas de pedra. Arquetipicamente o urbenauta é um herói urbano que pretende chamar a atenção para as questões sociais, ambientais e culturais da vida urbana. Por isso, aqui se afirma que antes de habitar a lua, é preciso entender a rua. A idéia foi concebida pelo pesquisador e jornalista Eduardo Fenianos que, desde 1990, pesquisa a relação entre seres humanos, cidades, natureza e educação. Em 1996, Fenianos conversava com um senhor, durante uma de suas pesquisas. O homem se vangloriava em dizer que conhecia o mundo inteiro, que havia viajado pela Ásia, África, Estados Unidos, etc. Eduardo então perguntou se ele conhecia a rua que passava atrás de sua casa. O homem envergonhado disse que não. Vendo um vizinho sair do outro lado da rua, Eduardo perguntou ao mesmo homem se normalmente conversava com ele. A resposta também foi negativa, com o argumento de que hoje a nossa vida é muito corrida, sem tempo para conversas com vizinhos. O fato pitoresco, aliado ao perigo e desafio em que se tornaram as grandes cidades, ao total desconhecimento da realidade que nos envolve, ao desejo de aventura e de criar uma nova forma de educar para a cidadania e pesquisar cidades, levaram Fenianos a uma idéia única no mundo. Neste dia, teve a idéia de viajar dentro da própria cidade em que mora. Surgia a idéia e o primeiro urbenauta do planeta: Um Desafio Urbenauta. O que caracteriza a viagem de um urbenauta? Ele viaja dentro de uma cidade e não para uma cidade, sem dinheiro, sendo obrigado a comer e dormir na casa das pessoas pelos bairros em que passa, como se estes fossem países distantes. E assim, entrando na casa dos mais diferentes tipos de gente, ele consegue viver outras vidas e captar a realidade e o cotidiano que os cerca. Um urbenauta busca fazer intercâmbio cultural dentro da própria cidade em que mora e não somente em outros países, como normalmente acontece. Na Expedição por São Paulo, Eduardo permaneceu 4 meses sem voltar para casa. Neste período, por 13 dias, navegou os rios da cidade, fazendo análises ambientais e reportagens para o SPTV, da Rede Globo e a Rádio Eldorado. Nos 107 dias restantes, Eduardo conheceu todos os bairros de São Paulo, vivendo apenas com dinheiro para abastecer seu veículo, vivendo na casa das pessoas que encontrasse no caminho. Em 4 meses de expedição, comeu e dormiu em mais de 200 diferentes casas para captar a realidade e o cotidiano das famílias paulistanas. O primeiro resultado da expedição é o livro Expedições Urbenauta – São Paulo, uma aventura Radical. De suas outras aventuras, já foram publicados 40 livros, todos pela Univer Cidade, que são utilizados em sala de aula, como instrumento de conscientização e educação para a cidadania. Os números da Expedição Urbenauta São Paulo - 7440 minutos de gravações sobre a cidade em fitas digitais que serão transformadas em filme; - 3360 minutos de gravações em fitas cassete;- 7.920 fotos em slide; - Cerca de 200 km de navegação pelos rios Juqueri, Tietê, Pinheiros, Embuguaçu, Capivari e as Represas Billings e Guarapiranga; - 80 Km a pé dentro das Florestas da Cantareira e Serra do Mar; - 6.4420 km de urbenave; - 226,1 de navegação pelos rios;- Aproximadamente 200 km e a pé;- 4 pares de tênis.

domingo, 28 de outubro de 2007







Uma das redescobertas do Urbenauta na Região Metropoloitana de Curitiba foi o Caminho do Vinho, na Colônia Mergulhão, em São José dos Pinhais. Lugar bonito, com pessoas simpáticas, onde é possível provar deliciosos vinhos. Um ponto turístico que relamente vale a pena ser visitado!

Urbenauta viaja pela RMC

Diante do lema “descobrir as ruas para conhecer um mundo”, o Urbenauta, jornalista Eduardo Fenianos, fez um mapa das ruas da capital paranaense e da Região Metropolitana de Curitiba (RMC), mais especificamente dos municípios de Araucária, Balsa Nova, Colombo, Fazenda Rio Grande, Lapa, Piraquara, Quatro Barras, Rio Branco do Sul e São José dos Pinhais.
Todas as descobertas realizadas pelo Urbenauta foram reunidas em um livro, já lançado, que deveria ser consultado principalmente pelos moradores da cidade para que eles descubram pontos turísticos que nem imaginam que exista.


FONTE: http://www.diariopopularpr.com.br/index.php?option=com_content&task=view&id=22422&Itemid=48

sábado, 27 de outubro de 2007

Os fantasmas dos jornais

A Noiva do Cemitério. Era o tempo em que o Haroldo Perolla (Perolinha) ainda estava namorando. O Diário da Tarde, constantemente noticiava as aparições de uma "noiva fantasma" no Cemitério da Água Verde. Teria ela sido abandonada por um noivo fujão, morrido de desgosto e a partir de então fadada a navegar pelo mundo terreno em busca de um noivo que a acompanhasse eternamente? Mesmo os solteiros mais atiradinhos não pensavam em responder à pergunta e desviavam o cemitério nas noites de lua cheia, nova, minguante e crescente. Numas dessas luas, o Perolla voltava da casa da namorada e esqueceu de evitar o cemitério. Lá estava o véu da noiva tremulando no muro do cemitério. A coragem e a preguiça de retornar até a Iguaçu para encontrar com a Bento Viana o levaram a enfrentar a situação. Disse: "-Que seja o que Deus quiser!!"- e andou em direção à noiva. Deu alguns passos e a encontrou. O reflexo de um Jornal da Tarde atiçado pelo vento era o véu da "noiva fantasma".
Até hoje o Perolla se orgulha de tê-lo desvendado e o que é melhor, ter cortado um "baita caminho".

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Lendas urbanas
Esta história que encontrei no site do Urbenauta é semelhante a "Loura Fantasma" do Cemitério do Abranches que ocorreu na década de 60. Recentemente a Revista RPC divulgou uma matéria que desmascarou a história do fantasma do Abranches. Parece incrível que os as almas penadas só aparecem nos jornais antigos. (pelo menos não tenho lido histórias semelhantes nos dias atuais)
Em 1997 eu morei na Rua Professor Assis Gonçalves no bairro Água Verde e posso afirmar, os "moradores" dos cemitérios são os melhores vizinhos que tive até hoje. Eles não fazem farofada e nem tocam pagode à noite, (como uma vizinha que eu tive). Da janela da casa eu via quase todo o cemitério. À noite andarilhos moribundos dormiam sobre os túmulos e alguns cachorros uivavam ao brincar de labirinto.

Quando tudo começou... 3 de outubro de 1997

O pesquisador e escritor curitibano Eduardo Fenianos, 26, iniciou ontem ( 2 de outubro de 1997) o projeto "Volta em Curitiba em 90 Dias". Ele vai passar três meses "viajando" pelas 8.124 ruas nos 75 bairros da cidade.Fenianos saiu da praça Tiradentes, marco zero da cidade, em um jipe equipado com bússola eletrônica, computador portátil, telefone celular, fax-modem e frigobar.Ele passará os primeiros dez dias nos cinco rios de Curitiba. Durante esta etapa, usará dois botes, com acompanhamento de soldados do Corpo de Bombeiros.Durante os 90 dias, Fenianos gravará imagens para produzir um documentário de 40 minutos, em 16 mm, e colherá depoimentos da população para escrever um livro.

quinta-feira, 25 de outubro de 2007

Marco Zero


Você já deve estar perguntando: “ Mas que diabos é este Marco Zero?” “O que ele significa para a cidade?” No caso de Curitiba, o Marco Zero tem dois significados. Além de ser um marco geográfico, pois dele são marcadas todas as distâncias de Curitiba em relação a outras cidades, ele também é um marco histórico pois nesta região foi fundada Curitiba em 29 de março de 1693.

Oficialmente foi nesta data e neste local, que Mateus Martins Leme, esse que dá o nome à rua Mateus Leme, se reuniu com os poucos moradores elegeu seis vereadores, como exigiam as Ordenações Portuguesas e fundou, ou seja, fez nascer a da Vila de Nossa Senhora da Luz e Bom Jesus dos Pinhais, hoje Curitiba.

Há também uma bela lenda sobre a região da Praça Tiradentes. Conta uma lenda que os primeiros desbravadores portugueses que chegaram à região de Curitiba instalaram-se na região do Atuba em busca de ouro. Como o ouro era escasso, decidiram se mudar e para isso pediram a ajuda do Cacique dos Campos de Tindiquera, que depois de muita procura fincou uma lança no chão, onde hoje é a Praça Tiradentes, e disse: “Taki Keva Kur yt yba”,

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É Ubernauta... O Marco Zero está bem no centro de Curitiba, eu passei ali e tirei umas “fotinhos” desta pedra tão despercebida pelos pedestres, apressados durante o dia. E a noite... Madrugada... Pobrezinha da pedra serve de encosto para prostitutas, bêbados, mendigos, estão sempre encostados naquela pedra tão importante, curtindo seu porre pela madrugada adentro... Até caírem. Nem respeitam aquele monumento histórico na praça. Mas tantos e tão bêbados. Que de tão bêbados... Ao menos um... Já deve ter ouvido numa destas madrugadas frias e cheias de neblina a pedra de mais de 350 anos imóvel representando o Marco Zero da cidade falar ao ouvido de um bêbado quase caindo de tanta cachaça:

TakiKévaKurytybáauúúÚÚÚÚÚÚÚÚÚÚ
Uma curiosidade para os fanáticos pelo futebol.

Estava olhando o site do urbenauta e isso me chamou a atenção. É algo com sentido, porque chamar o outro estádio de chiqueiro e outras coisas mais? tudo bem que são coisas do futebol...

Baixada
Assim como o torcedor atleticano chama o Couto Pereira de Chiqueiro, o torcedor coxa-branca também chama a baixada de chiqueiro. Mas será que ali já foi um chiqueiro? Se fosse para levar em consideração o histórico do local, o correto seria chamá-lo de "banhado". Não se têm notícias de que algum dia tenha existido ali uma pocilga ou chiqueiro. O fato da sede estar localizada num declive alagado do Rio Água Verde, onde se formava um imenso banhado, teria definido o nome baixada. Nesse mesmo lugar, em 1914, foi construída a primeira sede do Atlético. Esse local hoje abriga a Arena. Já o nome Joaquim Américo Guimarães é uma homenagem ao primeiro presidente do Internacional Foot Ball Club que ao unir-se com América Foot Ball Club fez nascer em 1924 o Clube Atlético Paranaense.

Livro Almanaque São Paulo - EDUARDO EMILIO FENIANOS

Neste livro, fruto das pesquisas e busca de imagens do ubernauta Eduardo Fenianos, a proposta é desvendar a cidade divulgando sua realidade e sua história para os próprios paulistanos, para o Brasil e o Mundo.
Editora: UniverCidade
Ano: 2006
Edição: 1
Número de páginas: 158
Acabamento: Brochura
Formato: Grande
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Informaçõe do site Submarino (www.submarino.com.br)

Marcas da Violência 2

Outro vídeo reportagem (TV RPC)...



Marcas da Violência

"Ação de pintura na Praça Zacarias registrando as 28 mortes ocorridas em Curitiba nos últimos 15 dia ".

Manifestação de um casal curitibano contra a onda de violência na capital paranaense.

Bigode bem bolado




Estava eu voltando do meu almoço quando me deparo com um reluzente bigode branco fixado no busto que pertence ao Memorial Árabe, no centro de Curitiba. Mais precisamente na esquina das ruas Luiz Leão e João Gualberto, próximo do Passeio Público, com suas prostitutas e idosos jogando xadrez, e do Colégio Estadual do Paraná com sua juventude desvairada.
Quando olhei de longe achei genial. Cheguei perto para tomar a foto e achei mais lindo ainda! Além de ser um bigode bem pensado ele está preso com uma tira de elástico que dá volta na cabeça deste senhor, no mínimo, importante... afinal não é qualquer um que ganha um busto cercado por água em pleno centro de Curitiba.

Esta é uma intervenção um tanto quanto bem bolada. Me atreveria a dizer que quebra com alguns padrões de manifestações urbanas. Esta, da foto, considero mais positiva, irreverente, e distinta da, lamentável, pichação que toma conta das nossas cidades.

Edi e o Ubernauta


Foi engraço...foi na hora do almoço! La fui eu, como todos os dias, almoçar na casa da minha Tia (que fica na casa atrás da casa em que trabalho).

No dia anterior o professor Rafael havia comentado sobre o Ubernauta, pois bem quando me sentei para comer um arroz com feijão, saladinha humm todas aquelas coisas boas que a Edi sempre faz, a mulher não me solta :

- Luana você ja houviu falar do Ubernauta?

Hehehe fiquei pensativa, a Edi trabalha a anos com a gente desde uns 14 anos ja trabalhava com a minha vó paterna, uma figura de mulher , estudiosa sabe falar de tudo que vc imaginar.Pois então, respondi que sim que ja conhecia, e não por o professor ter comentado sobre..mas conheço desde que eu tenho uns 8 anos de idade eu acho.

Quando estudei na Escola Anjo da Guarda tinhamos aulas de vídeo, toda a semana, assistiamos vídeos e faziamos trabalhos sobre eles, e um desses tantos vídeo foi sobre o Ubernauta.E desde la conheço a história de um cara que resolveu viajar por dentro da nossa Cidade, viajar por lugares de Curitiba que jamaiz imaginamos que existe, que quando a gente viu no vídeo nem imagina que é a cidade em que moramos, lugarzinhos que parecem outro Estado mas não é mesmo a nossa capital, a capital ecológica.

Uma coisa eu não me recordava e a Edi me contou naquela converça. O Ubernauta pede abrigo por nesses lugares por onde passa, pede comida, um lugarzinho para durmir, e assim além de regiões de Curitiba, ele conhece também o povo dessa cidade, pessoas que moram tão perto e ao mesmo tempo estão tão longe da nossa realidade.

Em fim o mais engraçado foi a felicidade da Edi ao me contar que não somnte escutou o Ubernauta no rádio, como ligou para ele!! HAHA achei muito bacana, ela me contou com um intusiasmo de fã. Eu questionei :

- Mas você ligou mesmo para o cara?

Ela respondia:

- Clarooooo que liguei, falei com ele foi muito legal!

Coincidências ubernauticas.

quarta-feira, 24 de outubro de 2007

Turismo Alternativo

Viajar pela própria cidade, ser turista no quintal do vizinho, conhecer as ruas nas quais circulamos na correria diária. Parece estranho, mas a idéia do Urbernauta seria bem aceita se as experiências de uma viagem pudessem estar não somente ligadas ao consumo mas principalmente ao conhecimento e ao descobrimento.
Caetana Pinheiro ao ouvir o trecho do livro em que o aventureiro responde sobre o porquê viajar na sua cidade, a arrumadeira interrompe a leitura:
Faço isso com meus meninos aos domingos...
Faz o quê Caetana?
Viajo por Curitiba
Como?
De ônibus, gasto três reais e vamos passeando pelos terminais nos domingos depois do almoço, assim posso mostrar a cidade pra eles e falar das ruas por onde já andei, as casa onde trabalhei, mostrar a Catedral e as praças, de como a cidade era antes e de como está agora...
Sou pobre, mas até para o pobre a vida passa e tenho muitas histórias para contar.
Passo por parques e teatros, bosques e vilas. Não descemos mas a criançada vê tudo, da janela do ônibus.
E eles ?
Adoram, paramos sempre em algum terminal pra fazer um lanche e depois voltamos.
Nosso turismo é dentro de nossa cidade, faço isso para não deixar eles a toa no final de semana e também abro a cabeçinha deles.
Essa é a Curitiba Alternativa

2º dia - Domingo - 02/04/2006

Dormi como um rei no Mabu e depois disso, pra variar, tomei um café de rei. Não como muito no café, mas como não sabia se teria almoço ou jantar, comi muuuuiiiiito.
Pela manhã, segui para a região da Guadalupe. Peguei o final da missa. Vi pessoas saindo radiantes. Depois segui pesquisando as ruas José Loureiro e Pedro Ivo. O centro no domingo é um lugar calmo, silencioso e solitário.
De tarde voltei para a Tiradentes. Primeiras Impressões: ao lado da Cruz Machado é escura e mal cuidada. O chão é feio. É a praça com a maior reunião de desocupados que vi até o momento, nesta viagem.
No mundo urbano, há uma relação estética entre o local e quem o usa: Ou seja, uma praça mal cuidada receberá quem gosta de praças mal cuidadas.
Adoro a natureza, mas o excesso de árvores deixa a Tiradentes escura. A elevação das ruas sobre a praça a diminuiu, a deixou pequena e esquecida, frente à sua importância para a história da cidade.
Assisti à missa das seis na Catedral. Belíssima e com segurança garantida. O policiamento é bom e, apesar de haver os chamados maloqueiros na região, há muito mais chances de sofrer um seqüestro relâmpago em qualquer rua da cidade do que ser assaltado na Tiradentes.
Consegui local para dormir na Tiradentes mesmo. Edifício Santa Rosa. Apartamento do Téo e da Paula. Muito obrigado. Amanhã tem mais viagem.


Eu fiz um recorte dos relatos da Viagem ao Centro de Curitiba feita por esse “maluco” Urbenauta, escolhi o segundo dia onde ele passou por regiões conhecidas da cidade e bem mal cuidadas por sinal, Guadalupe e Praça Tiradentes. Quem nunca passou por esses lugares e não teve a mesma impressão de abandono?

sábado, 20 de outubro de 2007

Urbenauta - Contos de Cemitério

Era o tempo em que o Haroldo Perolla (Perolinha) ainda estava namorando. O Diário da Tarde, constantemente noticiava as aparições de uma "noiva fantasma" no Cemitério da Água Verde. Teria ela sido abandonada por um noivo fujão, morrido de desgosto e a partir de então fadada a navegar pelo mundo terreno em busca de um noivo que a acompanhasse eternamente? Mesmo os solteiros mais atiradinhos não pensavam em responder à pergunta e desviavam o cemitério nas noites de lua cheia, nova, minguante e crescente. Numas dessas luas, o Perolla voltava da casa da namorada e esqueceu de evitar o cemitério. Lá estava o véu da noiva tremulando no muro do cemitério. A coragem e a preguiça de retornar até a Iguaçu para encontrar com a Bento Viana o levaram a enfrentar a situação. Disse: "-Que seja o que Deus quiser!!"- e andou em direção à noiva. Deu alguns passos e a encontrou. O reflexo de um Jornal da Tarde atiçado pelo vento era o véu da "noiva fantasma". Até hoje o Perolla se orgulha de tê-lo desvendado e o que é melhor, ter cortado um "baita caminho".

Escolhi este texto do sr. Urbenauta, pois trata de um dos mitos mais recorrentes das histórias urbanas: a noiva do cemitério. Não é mágica a contraposição de busca do amor, através do enlaçe matrimonial e sua decorrente finitude em morte trágica? Na seqüência, o personagem desmascara a fraude apontando ser o véu uma mera edição do jornal verspertino. Estranho. Vale o confronto casamento e abandono.

quinta-feira, 6 de setembro de 2007

E O POVO Ó.....

UTILIDADE PUBLICA - NOVAS PLACAS DO ESTAR.
PRESTEM ATENÇÃO NAS NOVAS PLACAS DO ESTAR (ESTACIONAMENTO REGULAMENTADO)
EM CURITIBA, ANTES ERA FÁCIL DE IDENTIFICAR, TÍNHAMOS AS PLACAS VERDE
(VEÍCULOS COM CAPACIDADE ATÉ 1.8 TON. ). E AS PLACAS LARANJA (CARGA E
DESCARGA ACIMA DE 1.8 TON)
MAS AGORA COMPLICOU!
AS NOVAS PLACAS SÃO BRANCAS COM PEQUENOS DETALHES QUE IDENTIFICAM AS
CATEGORIAS, VERDE E LARANJA.
MAS O PIOR DE TUDO É QUE A CATEGORIA VERDE ESTÁ SUB-DIVIDIDA EM:
1 VERDE: ONDE TODOS PODEMOS ESTACIONAR.
2 VERDE: EXCLUSIVO PARA MAIORES DE 65 ANOS
3 VERDE: EXCLUSIVO PARA DEFICIENTES
OU SEJA, COM TRÊS CATEGORIAS DE VERDE, AO ESTACIONAR PROCURE TER CERTEZA DE QUE NÃO ESTÁ INVADINDO O ESPAÇO DESTINADO AOS IDOSOS E AOS DEFICIENTES.
NÃO QUE SEJA ERRADO PRIORIZÁ-LOS, O ERRO (SERIA ERRO MESMO?) ESTÁ EM
COLOCAR PLACAS TÃO SEMELHANTES QUE ACABARÃO POR RESULTAR EM PESADAS
MULTAS.

segunda-feira, 3 de setembro de 2007

Policiais Assaltantes

Certo dia eu estava voltando à noite para casa da aula, quando vi um movimento muito estranho, parei em um lugar escuro e fiquei observando...
Uma viatura policial desceu a rua transversal com as luzes apagadas. Será que estavam à procura de um bandido?
Perto dali um senhor muito bêbado que mal conseguia andar se esforçava carregando uma bicicleta velha.
Os policiais desceram da viatura, falaram com o pedestre e jogaram a bicicleta no buraco. Bateram bastante no bêbado, tiraram a carteira dele do bolso, jogaram o homem sobre a bicicleta e riam ao dividir o dinheiro do moribundo.
Vocês conseguem imaginar este senhor chegando a casa dele, ainda cheirando a álcool, todo machucado, contando que foi agredido e roubado por policiais?
É revoltante!!! Esta é a segurança que temos aqui em Curitiba...